“Até as princesas soltam pum”

“Até as princesas soltam pum”
O título deste artigo é também o título do livro de Ilan Branmen, contador de histórias, doutorando em educação e apaixonado pela literatura infanto-juvenil, escritor, palestrante e alguém que redescobriu a arte de ser interessante contando histórias.

A primeira vista, o nome dado ao livro que está no topo da lista dos mais vendidos há quarenta dias não parece ser apropriado, mas é aí que a magia tem o seu começo.

Ilan percebeu que criança é um ser diferente, ilimitado e cheio de emoções e imaginação, por isso bem diferentes dos “adultos” e “maduros”.

Precisamos repensar a forma de lidarmos com nossas crianças dentro das igrejas, na mensagem do culto, nas classes de EBD e no trato com nossos pimpolhos.

Existem lindas e honrosas exceções, mas convenhamos, geralmente temos dado shows de chatice e tédio para o público dos pequeninos. Querem saber? Precisamos entrar no mundo deles e por esse caminho trazê-los para o que queremos ensiná-los.

Tenho visto crianças de terno ou vestidas com túnicas que francamente mais as expõem ao ridículo que as motivam a servir ao Senhor Jesus.

Ilan Branmen faz sucesso pelo fato de considerar o mundo das crianças e ter capacidade de entrar nele.

Eu quero isso pra mim também. Quero poder interagir com as crianças nos cultos em que ministro e quando me relaciono com elas no dia-a-dia.

Não quero ser um alienígena chato e sem graça que precisa ser suportado pelos meninos e meninas da igreja. Quero despertar neles boas gargalhadas e ter a certeza de que eles ficam a vontade e que podem até se precisar “soltar pum!”.

Quero que elas sejam gente e que isso fique muito claro pra elas.

Quero minhas crianças sendo crianças em toda a sua plenitude e se elas conseguirem isso eu já estarei satisfeito.

Quero que elas venham a Jesus e façam isso sendo o que Ele disse que elas deveriam ser: CRIANÇAS E PEQUENINOS.

Você já sabe o que fazer!

Pense nisso e seja feliz

Postagens mais visitadas deste blog

Casais evangélicos traem mais que os do mundo!

O FIM DO CASAMENTO HÉTERO.

A vida de extravagâncias da irmã Dulce