sexta-feira, 27 de maio de 2011

Posso te ajudar te chamando de BURRO?!

Posso te ajudar te chamando de BURRO?!


Não se ofenda e entenderá o sentido da pergunta que leva o título desta postagem.
O assunto de hoje é discernimento.
Discernimento é a rara habilidade de (através da inteligência e do raciocínio lógico) encontrar a raiz do problema.
Agir com discernimento é buscar a causa do problema.
Em 1943 Thomas J. Watson o então presidente da IBM soltou essa lamentável declaração: "Creio que haverá um mercado mundial para no máximo cinco computadores". Watson, por falta de discernimento não viu a grande oportunidade que estava a sua frente.
Embora este episódio tenha ocorrido em 1943, parece atual e vemos exemplos assim em muitos líderes de hoje.
Oportunidades tremendas batem à porta deles, porém a arrogância, estupidez e a falta de discernimento não lhes deixam enxergar nada.
Outro exemplo de falta de discernimento foi a de Jimmy Hoffa. Seus amigos insistiram que ele contrata-se guarda-costas, pois sua vida estava sendo ameaçada, porém ele afirmou "não preciso de guarda-costas". Um mês depois desta declaração ele nunca mais foi visto.
O mundo corporativo começa a rejeitar (e isso é muito bom) o líder do tipo sou o centro de tudo. É preciso ter discernimento.
Vejo também falta de discernimento em líderes fazendo o trabalho de seus liderados, com isso perdendo o respeito de quem está acima deles e de quem também está abaixo. Acima por que quem os contratou, o fizeram para que houvesse comando na equipe. Abaixo por que seus liderados estão esperando mais do que ver os seus chefes colocando a mão na massa, pois liderar é fazer aquilo que ninguém pode fazer por você!
É preciso discernimento e maturidade para não sermos traídos por nós mesmos.
Discernimento nos ajuda a melhorar nossa capacidade de liderar e nos dá foco para trabalharmos na causa, não no efeito.
É como escreve John Maxwell: "Líderes inteligentes acreditam em apenas metade do que ouvem. Líderes perspicazes sabem em que metade acreditar".
Não se permita liderar sem discernimento, pois o mercado não permitirá. Acredite.
Cresça, estude, melhore, avance e busque desesperadamente o discernimento para que sua liderança seja efetiva.
Pense no que John Wooden afirmou: "As coisas mudam para melhor quando as pessoas procuram a melhor maneira para fazer que as coisas mudem".
Certa vez quando era ainda um adolescente, pedi ao meu chefe um aumento sob alegação de que eu era o que mais trabalhava naquela empresa. Minha nossa! Como tive coragem de fazer tal declaração?
Embora tivesse razão quanto as minhas tarefas, eu não estava sendo sensato.
Meu chefe parou, olhou firmemente em meus olhos e soltou a declaração que mudaria a minha vida: - Filho! Os burros são os que mais trabalham, mas continuam sendo burros e ganhando o que os burros ganham.
Aquela resposta me chocou profundamente, mas senti amor naquelas palavras e na mesma hora respirei fundo e agradeci respeitosamente pelo sábio conselho.
Daquele dia em diante parei de trabalhar somente com os braços e com o coração e passei a usar também o discernimento, mesmo com pouca idade.
Resultado: Quatro meses depois fui promovido com o cargo de gerente na Serra dos Carajás no Pará e não havia mais motivos em mim para reclamar de salário.
Busque o discernimento e sua liderança será excelente.
Cuidado! Pressa é uma sutil armadilha para enganar a prudência.
Atente para a declaração de Baltasar Gracián: "A abelha logo acha doçura para a colméia, e a víbora, a amargura para o veneno".
Reflita bem sobre isso.
Deus te abençoe.
Lembre-se.Família. Você precisa cuidar da sua!
Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.




sexta-feira, 20 de maio de 2011

A vida de extravagâncias da irmã Dulce


Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Este era o nome de batismo da Irmã Dulce.
Transformou sua casa em centro de atendimento a necessitados. 
Foi ordenada freira e recebeu o nome de Dulce em homenagem a sua mãe.
Mesmo tendo como missão primeira o exercício de ensinar como professora em Salvador - BA, irmã Dulce trilhou o caminho do amor e da solidariedade dando assistência às comunidades carentes, preconizando assim suas atividades principais em suas obras sociais.
Em 1936, ela fundou a União Operária São Francisco.
Chegou a invadir cinco casas na Ilha dos Ratos para abrigar pessoas doentes, recolhidas nas ruas.
Naturalmente, como era de se esperar, irmã Dulce foi expulsa com seus flagelados e deu início a uma peregrinação de 10 anos, ocupando temporariamente diversos lugares até que com muito trabalho e perseverança, conseguiu transformar um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue, que mais tarde passou a ser o Hospital de Santo Antônio, um centro de atendimento social e educacional que continua atendendo carentes até hoje.
Irmã Dulce morreu em 1992, mas sua obra e seu trabalho continuam ecoando até os dias de hoje, ajudando os mais necessitados do Brasil.
Agora, Irmã Dulce será beatificada. Será tratada como santa.
Santa ela já era estando viva!
Ela cumpriu o ide de Jesus e certamente receberá seu galardão.
Irmã Dulce é inspiração para mim e retumba em nossos ouvidos com sua obra e exemplo exatamente o que deveríamos ser.
Ela não se preocupava com visibilidade. Não se importava com banalidades advindas das vaidades humanas e com “pouca” força fez mais do que milhões de nós ousamos fazer até o dia de hoje.
Irmã Dulce é um grande exemplo de ser humano. 
Que cada um de nós evangélicos, pense bem antes de abrir a boca pra tecer qualquer comentário pejorativo acerca da madre que foi santa aos olhos de Deus.
O Vaticano, que dará o título de santa para querida e saudosa Dulce, o fará de forma humana e pertinente aos seus dogmas, porém, segundo a palavra de Deus que diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos e em conformidade com a vida exemplar dela, acredito que santa ela já era há muito tempo aos olhos do Pai.
Parabéns aos irmãos católicos que foram presenteados com um ser humano tão especial como Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, que resumidamente pode ser chamada de irmã Dulce, uma santa mulher, um anjo bom.
Que Deus continue levantando gente assim, independente do credo ou filosofia, pois Ele está à procura de verdadeiros adoradores.
Sejamos santos também e façamos o bem a quem precisa.
"Eu sou o Senhor vosso Deus; portanto vós vos consagrareis, e sereis santos, porque eu sou santo" (Levítico 11:44).
Pense nisso – seja feliz.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Você prefere os ativos ou os passivos?

Não vá trabalhar pela comida!
Um jovem estava numa floresta com um sábio a observar uma raposa perseguindo uma lebre.
O mancebo vira-se para seu mentor e diz: - ela vai pegar a lebre! Ela vai pegar a lebre, olhe!O sábio responde: - não! A lebre vai escapar.O rapaz retruca com veemência: - Mas a raposa já está quase lá mestre!O mestre então, olhando para a pequena e frágil lebre que consegue fugir espetacularmente entre os arbustos, fazendo a raposa desistir de persegui-la, diz ao seu pupilo: - A lebre escapou por causa de um pequeno detalhe. A raposa corre pela comida. Por outro lado, a lebre corre pela vida.Não existe nada mais cretino do que trabalhar pela comida.No mundo corporativo existem exatamente estas duas posturas da ilustração acima.A primeira é a do vendedor de horas que espera somente o salário no fim do mês. Ele investe somente em passivos (o que tira o dinheiro do seu bolso). Esse é o único objetivo dele.Já o segundo exemplo é a do funcionário que veste a camisa da empresa e sua prioridade é o crescimento do negócio e o dele também. Esse investe nos ativos! Ao contrário do primeiro que só quer garantir o presente, ele pensa no futuro e faz planos de médio e longo prazo, pois sabe que seu salário de hoje é bem menos do que o será amanhã. Além disso ele investe e multiplica seu dinheiro.Adoro quando entro numa empresa e vejo coragem brotar dos olhos de alguns funcionários que estão ali "lutando pela vida".É muito bom ser atendido por alguém que trabalha com coragem e que luta com todas as suas forças para eu sair dali satisfeito com os produtos e serviços a que ele se propôs a vender.Infelizmente, tenho visto muito mais piores exemplos do que bons. O mercado está infestado de raposas! No Rio de Janeiro, gostávamos de freqüentar o restaurante A Gruta do Barão. A comida era excelente. O ar refrigerado era uma bênção e o estacionamento era grande. Os banheiros eram limpíssimos e em granito, além do ambiente bem familiar. Porém, o que nos levá-va a voltar por mais de dois anos aquele lugar não era nada disso, (embora demos muito valor a tudo isso), sim, o que nos levava de verdade a voltar lá era o nosso garçom! Na primeira vez que fomos lá, ele viu que minha primeira esposa (Hoje Falecida) que era deficiente visual. Até aí tudo bem. O extraordinário é que depois que percebeu que ela era cega, passou a tratá-la com tanto carinho, chegando ao ponto de sempre cortar o churrasco dela em pequenos pedaços, separar no prato e informar pra ela onde está cada pedacinho que ela tanto gostava. Eu fazia isso pra Léa há vinte e seis anos desde que ficou cega! Entretanto, quando estava lá com minha família, sentia-me constrangido pelo garçom querido e cedia aos seus encantos. Não era obrigação dele fazer aquilo, mas ele fazia. Aquele garçom não trabalhava pela comida que ele comia, nem tão pouco pelo salário que recebia ou pela gorjeta que certamente recebia de todos os seus clientes. Ele trabalhava pela vida. Ele não se sentia empregado daquela linda churrascaria, mas sentia-se dono! Ele era parte do todo. Somente com coragem permaneceremos no mercado e venceremos em nossa carreira. Na liderança isso é mais importante ainda! Aplique o lema de Billy Graham: "Quando um homem corajoso assume uma posição, os demais se aprumam". Coragem é contagiosa. Seja mais esperto que a raposa.
Invista nos ativos e enxugue os passivos. Deus te abençoe. Lembre-se. Família. Você precisa cuidar da sua! Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Jesus, Maconha e Orgulho Gay

Aprenda com a concorrência
Tenho meditado sobre as "marchas" que viraram moda nas últimas décadas.
Maconha, orgulho gay, Jesus entre outros temas, têm sido palavra de ordem para mobilizações e manifestações populares tanto nos grandes centros, como nos mais distantes rincões do Brasil.
Observo que uma das diferenças entre a marcha da maconha, do orgulho gay e a de Jesus, é que as duas primeiras não estão preocupadas em estabelecer uma liderança que irá defendê-la e representá-la acima dos seus "súditos".
Na maconha e no orgulho gay, vejo uma marcha pela causa e somente isso.
Em inúmeras marchas pra Jesus vi o "líder" projetando-se com mais visibilidade do que a causa.
Salvo honrosas exceções, vi também manobras para exaltar e promover pessoas e o "jesus" foi só garoto propaganda.
Passando um fim de semana com minha família e amigos em Marataízes, pude refletir sobre a questão da concorrência.
Depois de uma manhã ensolarada, céu azul, praia lotada e crianças brincando com areia e água, resolvemos almoçar num restaurante na Lagoa do Siri.
Minha família e eu nunca havíamos ido àquele lugar e então fomos indicados a um restaurante muito bom.
Logo na chegada, ao ver uma placa com preço, percebi que se tratava de um excelente lugar. Por ser mais caro que a concorrência, por estar lotado e com fila de espera, por tudo o mais e principalmente pelo fato de a concorrência estar praticamente vazia, eu percebi que o "nosso restaurante" era muito bom!
Devemos conhecer e se possível "usar" a concorrência.
Desânimo, ostracismo e má vontade são tudo o que nossos concorrentes esperam de nós.
Quando lideramos uma equipe, precisamos oferecer aos nossos colaboradores desafios que elevem o nível de comprometimento de cada um deles.
A concorrência é o melhor termômetro para medir nosso grau de excelência e competitividade. Devemos estudar a concorrência.
O sábio Baltazar Gracián dizia que "a esperteza está em descobrir o que motiva as pessoas. Conhecer a fraqueza de cada um é a chave da vontade alheia".
Somente os tolos desprezam a concorrência. Seja ela o que for, deve ser considerada com atenção, ética e respeito.
Faça as seguintes perguntas a você mesmo, aos seus clientes, aos membros de sua organização, aos condôminos do prédio, aos colegas de trabalho e aos seus colaboradores:

1.  O que mais atrai as pessoas a nossa organização?
2.  O que às afasta?
3.  Onde precisamos mudar primeiro?
4.  Você nos indicaria a um amigo?


Acredite! As respostas serão inspiradoras.
Quando temos maturidade e sabedoria, as críticas tornam-se conselheiras estimadas e usamos cada uma delas com satisfação e entusiasmo.
Quantas não foram às vezes em que (mesmo sem ser perguntado) eu fiz uma crítica na intenção de melhoria de um produto ou serviço em uma determinada empresa, mas infelizmente fui mal interpretado pelo representante da organização.
John Rockfeller, que foi o fundador da Standard Oil dizia que "melhor do que saber tudo sobre o próprio negócio é saber tudo sobre o negócio dos outros".
Procure saber tudo sobre a concorrência. Observe as instalações, a frota, os uniformes, o preço, a comunicação visual, a mídia e o que puder descobrir. De posse destas informações, compare sua organização com a concorrência. Use os resultados para promover mudanças significativas e obter o crescimento desejado. Não se esqueça: você sempre terá concorrência.
Seja sábio e aprenda a trabalhar com ela e usá-la a seu favor!  

Agradeça sempre aos que fazem negócio com você ou estão ligados a sua organização e recompense a fidelidade e preferência deles.
Faça isso e eles não se esquecerão de você e de sua organização.

Que este ano as marchas pra Jesus deixem de lado a liderança humana e assim como Moisés, preocupem-se em abrir o mar para que o povo passe com os pés secos.
Pense nisso e seja feliz.
Deus te abençoe.
Lembre-se. Família. Você precisa cuidar da sua!
Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.
manancialdepaz@hotmail.com
Conte comigo.
Rogério Bitencourt

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Será que você está atrapalhando o Evangelho?

Pede pra sair!
Assistindo ao filme "Tropa de Elite" pude aprender algumas verdades tremendas.
Conheço bem a realidade do Rio de Janeiro e fui criado em um bairro cercado por favelas do Complexo do Alemão.Perdoe-me a expressão acadêmica, mas a barra é pesada mesmo!No filme, pude observar o esforço dos "aspiras" para ingressarem nas fileiras do BOPE. Não bastava ser bom, tinha que ser mais que o bastante para vestir a camisa da faca na caveira.A esse esforço, chamo comprometimento.Quando estamos em posição de liderança, precisamos entender que nossos liderados a quem servimos não irão aceitar nossos objetivos e planos, enquanto não nos aceitarem, ou seja, primeiro eles nos aceitam, depois aceitam nossos planos.Para efetivarmos nossa liderança, precisamos mostrar comprometimento em nós mesmos.Meu pai me dizia o que muitos de minha geração ouviram: - faça o que eu mando e não faça o que eu faço! Besteira... Liderança só pode ser exercida pelo exemplo!Mel Gibson no filme Fomos Heróis, surpreende-nos com uma espetacular aula de liderança exercida pelo exemplo.O filme mostra duas cenas incríveis onde na primeira Gibson é o primeiro a descer do helicóptero e por os pés no campo do inimigo. No fim, é o último a sair de lá levando todos os seus homens, mesmo os mortos em combate. Isso é comprometimento!Comprometimento começa no coração. É como diz Michael Jordan: "é o coração que separa o bom do melhor".Comprometimento é provado pela ação. A única maneira de medi-lo é através do que você faz.Olhe seu extrato de cartão de crédito, sua agenda, e você verá a medida exata. Nem mais, nem menos.Arthur Gordon afirma: "não há nada mais fácil do que proferir palavras. Não há nada mais difícil do que vivê-las, dia após dia".Somente com comprometimento, sua liderança será eficaz e efetiva.Gosto dos livros de Lair Ribeiro, e é ele quem diz que o único lugar aonde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário!Estamos caminhando para um novo tempo. Tempo este em que as empresas que não apresentarem resultados acima da média terão que fechar suas portas e sair do mercado. Não haverá mais espaço para líderes medíocres e cretinos, pois eles terão que ceder seus lugares para os que são excelentes e comprometidos.Não se contente com o segundo lugar. Ou então, "pede pra sair"!Deus te abençoe.Lembre-se: Família. Você precisa cuidar da sua!Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.manancialdepaz@hotmail.com
www.manancialdepaz.org

terça-feira, 3 de maio de 2011

Você não vale nada, mas eu gosto de você!


Os gregos sempre tiveram a mente muito fértil.

Eles gostavam de passar horas pensando, pensando, pensando...

Muita coisa que eles imaginavam era pura viagem, mas algumas coisas podem ser aplicadas de forma não literal na nossa vida e ministério.

Eis aí uma delas:

Na mitologia deles, conta-se que um rei chamado Pigmaleão estava esculpindo a imagem de uma linda mulher e sem perceber se apaixonou pela “boneca de marfim”.

Para ajudá-lo, Afrodite que era a deusa do amor, atirou uma flecha no coração da estátua e esta ganhou vida.

É sem dúvida alguma uma tremenda imaginação, porém podemos aprender muito com esta estória.

Existe a conhecida Teoria de Pigmaleão que afirma o seguinte: “as pessoas se transformarão na imagem que lhes for atribuída”.

Quando estamos lidando com pessoas, sejam elas familiares, ovelhas, funcionários ou quem quer que seja, precisamos de cautela com o que falamos aos seus ouvidos.

Assim como o alimento faz bem ou mal ao corpo, as palavras fazem bem ou mal a mente de quem às ouve.

Meu filho mais novo foi criado ouvindo palavras de incentivo e aprovação.

Mesmo convivendo em meio a muitas dificuldades, passando necessidades por um tempo, tendo uma mãe deficiente visual e não podendo usar um tênis ou uma roupa novos por falta de grana, mesmo assim ele cresceu com uma mente sã pelas palavras de aprovação que ouvia de nós.

Hoje, completando maior idade e entregando um dízimo que é maior do que o salário de muitos que eu conheço, ele é um rapaz muito bem resolvido e emocionalmente saudável.

A teoria de Pigmaleão funcionou na vida dele!

Pode perceber, quanto mais “batemos” nas ovelhas em nossas homilias acaloradas e desprovidas de equilíbrio e bom senso, mais pioramos a situação da igreja.

Jesus era especialista em levantar as pessoas e atribuir-lhes algo de positivo.

Quando Felipe falou de Jesus para Natanael, recebeu uma resposta meio sarcástica a respeito do Messias: “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?”.

Se fôssemos nós a ouvir isso, certamente nos ressentiríamos, ficaríamos magoados e deixaríamos aquele... pra lá. Mas o que fez o Mestre? Ele respondeu usando o princípio de Pigmaleão: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo”.

Esse tipo de comportamento pode fazer toda a diferença nos nossos relacionamentos, sejam eles quais forem.

Deixe dessa coisa de “você não vale nada, mas eu gosto de você”.

Todo mundo vale alguma coisa.

Você já sabe o que fazer.

Pense nisso e seja feliz.

Lembre-se: Família. Você precisa cuidar da sua!