Jesus, Maconha e Orgulho Gay

Aprenda com a concorrência
Tenho meditado sobre as "marchas" que viraram moda nas últimas décadas.
Maconha, orgulho gay, Jesus entre outros temas, têm sido palavra de ordem para mobilizações e manifestações populares tanto nos grandes centros, como nos mais distantes rincões do Brasil.
Observo que uma das diferenças entre a marcha da maconha, do orgulho gay e a de Jesus, é que as duas primeiras não estão preocupadas em estabelecer uma liderança que irá defendê-la e representá-la acima dos seus "súditos".
Na maconha e no orgulho gay, vejo uma marcha pela causa e somente isso.
Em inúmeras marchas pra Jesus vi o "líder" projetando-se com mais visibilidade do que a causa.
Salvo honrosas exceções, vi também manobras para exaltar e promover pessoas e o "jesus" foi só garoto propaganda.
Passando um fim de semana com minha família e amigos em Marataízes, pude refletir sobre a questão da concorrência.
Depois de uma manhã ensolarada, céu azul, praia lotada e crianças brincando com areia e água, resolvemos almoçar num restaurante na Lagoa do Siri.
Minha família e eu nunca havíamos ido àquele lugar e então fomos indicados a um restaurante muito bom.
Logo na chegada, ao ver uma placa com preço, percebi que se tratava de um excelente lugar. Por ser mais caro que a concorrência, por estar lotado e com fila de espera, por tudo o mais e principalmente pelo fato de a concorrência estar praticamente vazia, eu percebi que o "nosso restaurante" era muito bom!
Devemos conhecer e se possível "usar" a concorrência.
Desânimo, ostracismo e má vontade são tudo o que nossos concorrentes esperam de nós.
Quando lideramos uma equipe, precisamos oferecer aos nossos colaboradores desafios que elevem o nível de comprometimento de cada um deles.
A concorrência é o melhor termômetro para medir nosso grau de excelência e competitividade. Devemos estudar a concorrência.
O sábio Baltazar Gracián dizia que "a esperteza está em descobrir o que motiva as pessoas. Conhecer a fraqueza de cada um é a chave da vontade alheia".
Somente os tolos desprezam a concorrência. Seja ela o que for, deve ser considerada com atenção, ética e respeito.
Faça as seguintes perguntas a você mesmo, aos seus clientes, aos membros de sua organização, aos condôminos do prédio, aos colegas de trabalho e aos seus colaboradores:

1.  O que mais atrai as pessoas a nossa organização?
2.  O que às afasta?
3.  Onde precisamos mudar primeiro?
4.  Você nos indicaria a um amigo?


Acredite! As respostas serão inspiradoras.
Quando temos maturidade e sabedoria, as críticas tornam-se conselheiras estimadas e usamos cada uma delas com satisfação e entusiasmo.
Quantas não foram às vezes em que (mesmo sem ser perguntado) eu fiz uma crítica na intenção de melhoria de um produto ou serviço em uma determinada empresa, mas infelizmente fui mal interpretado pelo representante da organização.
John Rockfeller, que foi o fundador da Standard Oil dizia que "melhor do que saber tudo sobre o próprio negócio é saber tudo sobre o negócio dos outros".
Procure saber tudo sobre a concorrência. Observe as instalações, a frota, os uniformes, o preço, a comunicação visual, a mídia e o que puder descobrir. De posse destas informações, compare sua organização com a concorrência. Use os resultados para promover mudanças significativas e obter o crescimento desejado. Não se esqueça: você sempre terá concorrência.
Seja sábio e aprenda a trabalhar com ela e usá-la a seu favor!  

Agradeça sempre aos que fazem negócio com você ou estão ligados a sua organização e recompense a fidelidade e preferência deles.
Faça isso e eles não se esquecerão de você e de sua organização.

Que este ano as marchas pra Jesus deixem de lado a liderança humana e assim como Moisés, preocupem-se em abrir o mar para que o povo passe com os pés secos.
Pense nisso e seja feliz.
Deus te abençoe.
Lembre-se. Família. Você precisa cuidar da sua!
Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.
manancialdepaz@hotmail.com
Conte comigo.
Rogério Bitencourt

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