Pular para o conteúdo principal

Você não está sendo consumido pela vaidade?



Saia do espelho e vá para a janela!



Você já parou para pensar no fato de que quando conhecemos a verdade ela tem o poder de libertar-nos?
Acontece que jamais poderemos exercer uma liderança eficaz, se não sabemos nos comunicar de forma simples e clara com nossos colaboradores.
Muitos não estão interessados, ou não querem fazer as perguntas necessárias aos seus liderados, por não estarem dispostos a pagarem o preço de ter que ouvir e "descobrirem" o que o coração e a razão gritam dentro deles mesmo. A verdade dos nossos liderados pode ser libertadora para nossa liderança, acredite.
Uma agente penal americana certa vez afirmou que "se continuarmos pintando sobre as pichações das Ganges, jamais teremos tempo de identificar o que estão querendo dizer". Isso não lhe parece familiar?
Alguns líderes estão sempre jogando tinta para cobrir os sinais que membros de sua equipe deixam e partem para a próxima "tarefa" como se estivesse tudo bem. Com isso, deixam de aproveitar o momento de expressão abertos pelos colaboradores.
Aí, vem o concorrente e leva seus melhores membros da equipe e o líder não sabe por quê! A verdade dos nossos liderados nos liberta da ignorância, da cegueira e da arrogância que nos impedem de sermos melhores e obtermos excelência no mercado.
Realmente, a verdade liberta! John Maxwell diz duas grandes verdades: Primeiro ele afirma que "as maiores experiências da vida envolvem outras pessoas"! Depois: "você aproveitará mais a vida se gostar das pessoas". No mundo corporativo, o preparo acadêmico, técnico, ou seja lá o que for, são tão importantes quanto os seus relacionamentos e a forma de como você lida com as pessoas, pois, não dá para liderar sozinho.
O maior recurso que você pode ter para desenvolver uma boa liderança são pessoas a quem você serve. Elas são mais importantes que as coisas, por isso valorize-as.
Falta de contato entre gerentes, seus liderados e seu público é a maior causa da baixa produtividade. Foque nas pessoas e não nas coisas ou em si mesmo. O grande evangelista Charles Spurgeon acreditava que: "precisamos gravar nossos nomes no coração das pessoas e não em mármore". Coloque boa vontade em seus relacionamentos, ofereça mais do que as pessoas esperam e pense mais nos outros. Converse com as pessoas e faça perguntas. Faça muitas perguntas! Descubra tudo o que puder sobre quem está formando a sua equipe, sobre seu público alvo, sobre a concorrência e verá como a verdade pode ser libertadora, podendo desamarrar o seu crescimento e também de sua equipe.
A vida é muito mais interessante e feliz, a liderança é muito mais eficiente, se simplesmente saímos do espelho e voltamos nossos olhos para a janela. Deus te abençoe.
Lembre-se.Família. Você precisa cuidar da sua!
Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.
manancialdepaz@hotmail.com
http://www.manancialdepaz.org/

Postagens mais visitadas deste blog

Casais evangélicos traem mais que os do mundo!

Diante das mais recentes pesquisas científicas realizadas no meio evangélico, surge o alerta para começarmos a tratar os casamentos de uma forma mais cuidadosa e responsável. A infidelidade matrimonial entre evangélicos é maior que as dos não evangélicos! Segundo o BEPEC – Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã - em parceria tecnológicacom aAKNA(www.akna.com.br,) fornecedora de uma das melhores plataformas de pesquisa online do mundo, 11,26% das mulheres evangélicas pesquisadas já traíram seus cônjuges. Na faixa dos homens, 24,68% traíram suas esposas. O Ministério da Saúde apresentou em 2009 a maior pesquisa já realizada sobre comportamento sexual do brasileiro. 8mil entrevistas com homens e mulheres entre 15 e 64 anos foram feitas e a pesquisa apurou que 21% dos homens em relações estáveis vivendo com conjugue mantém relações sexuais esporádicas ou contínuas com outros parceiros. 11% das mulheres, na mesma situação! Precisamos acordar para essa realidade infeliz e dar um &…

A vida de extravagâncias da irmã Dulce

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Este era o nome de batismo da Irmã Dulce.
Transformou sua casa em centro de atendimento a necessitados.
Foi ordenada freira e recebeu o nome de Dulce em homenagem a sua mãe. Mesmo tendo como missão primeira o exercício de ensinar como professora em Salvador - BA, irmã Dulce trilhou o caminho do amor e da solidariedade dando assistência às comunidades carentes, preconizando assim suas atividades principais em suas obras sociais. Em 1936, ela fundou a União Operária São Francisco. Chegou a invadir cinco casas na Ilha dos Ratos para abrigar pessoas doentes, recolhidas nas ruas. Naturalmente, como era de se esperar, irmã Dulce foi expulsa com seus flagelados e deu início a uma peregrinação de 10 anos, ocupando temporariamente diversos lugares até que com muito trabalho e perseverança, conseguiu transformar um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue, que mais tarde passou a ser o Hospital de Santo Antônio, um centro de atendimento social e e…

COMPRE AQUI O LIVRO O Próximo Passo.